Fios de PDO.

O QUE É?

É um procedimento que reposiciona as gorduras profundas e recondiciona os pontos musculares estratégicos da face, produzindo um efeito de elevação da a pele e das estruturas do rosto.

Com efeito de lifting imediato e ação rejuvenescedora contínua, a tecnologia tem importantes diferenciais: é prática e o material é absorvido pelo corpo em até dois anos!

COMO O PROCEDIMENTO É FEITO?

O método consiste na introdução de pequenas agulhas que servem para posicionar o fio debaixo da pele.

Para o uso de suspensão, a retirada da agulha é acompanhada da tração do tecido que se ergue imediatamente!

COMO FUNCIONA?

Para estimular o colágeno em busca de uma pele mais firme, os fios são introduzidos em diversas direções, construindo uma rede, que será substituída por colágeno através da absorção dos fios.

PARA QUEM É INDICADO?

-Ptose (queda) da pele do terço médio da face;
-Ptose da linha mandibular (buldogue);
-Ptose do supercílio;
-Flacidez da pele do pescoço;
-Perda do volume na maçã do rosto.

Além disso, para pessoas mais jovens que queiram prevenir ou tratar rugas e flacidez na pele do rosto e do pescoço.

QUANTO TEMPO DURA?

Qual a duração dos efeitos da aplicação dos fios sempre foi uma questão pertinente de meus pacientes, tudo depende do seu organismo e cuidados.

Se você não está satisfeito com a sua aparência e já tem certeza de que quer mudar, então é hora de dar o primeiro passo!

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FLACIDEZ TISSULAR

Flacidez Tissular

 

O QUE É?

A Flacidez Tissular ou Hipotonia Tissular (flacidez de pele) é uma das disfunções estéticas mais complicadas de se tratar e uma das mais comuns. É o resultado de causas intrínsecas, como o envelhecimento e extrínsecas, como um processo excessivo de emagrecimento (“efeito sanfona”), gestações, sol, má alimentação e até tabagismo. Mais conhecida como flacidez, é caracterizada pela falta de fibras de sustentação da pele, o colágeno e elastina. A palavra hipotonia se refere a baixo (hipo) tônus (tonia).

A flacidez tissular é um termo que se refere à qualidade ou estado flácido tecidual, isto é, tecido mole, frouxo e que pode estar ou não associada a uma flacidez muscular. Na flacidez tissular, a pele perde a sua elasticidade, seu tônus e com isso, o aspecto inestético é inevitável. Aparece geralmente a partir da terceira década da mulher e em partes bem visíveis do corpo: como abdômen, coxas, glúteos, rosto e braços. Sabe aquela sobra de pele na parte posterior do braço, no tríceps, que balança quando damos “tchauzinho”? Ou aquele dobra estranha da pele no abdômen? Ou ainda aquele aspecto de “bumbum caído”? São consequências de uma pele flácida.

POR QUE ACONTECE?

Na prática, a flacidez ocorre quando o colágeno se torna gradualmente mais rígido e ao mesmo tempo, a elastina, vai perdendo sua característica principal. (CARPANEZ; 2013). A flacidez cutânea está diretamente relacionada à atividade do tecido conjuntivo de sustentação. O tecido conjuntivo é formado por diversos tipos de células e, dentre elas, encontramos os fibroblastos, células responsáveis pela formação de fibras e do material intercelular amorfo, ou seja, que sintetizam colágeno, mucopolissacarídeos e também fibras elásticas (GUIRRO;GUIRRO, 2004). A diminuição da atividade e do número de fibroblastos ocasionam uma menor produção de colágeno e desorganização dos já existentes.

ENVELHECIMENTO CAUSA FLACIDEZ?

A diminuição da atividade fibroblástica acontece com o envelhecimento fisiológico, a partir dos 30 anos – ou por um emagrecimento excessivo. A manifestação metabólica mais visível do envelhecimento parece ser, no entanto, o atraso da síntese proteíca, em razão do qual se estabelece um desequilíbrio entre a formação e a degradação. A pele, com todo esse processo biológico, predispõe a se tornar delgada em alguns pontos, seca, enrugada e às vezes, escamosa. As fibras colágenas da derme ficam mais espessas, as fibras elásticas perdem parte de sua propriedade elástica e há uma diminuição gradativa da gordura armazenada, no tecido subcutâneo. Todas essas transformações favorecem o surgimento da flacidez, de pele e a hipotonia muscular (GUIRRO;GUIRRO, 2004).
A pele, como nós sabemos, é constituída de duas camadas: epiderme e derme. A derme é a camada viva de tecido conjuntivo abaixo da epiderme. É quase 25 vezes mais grossa do que a epiderme. A derme é constituída dos tecidos conjuntivos compostos por proteínas de colágeno e fibras de elastina e tem duas camadas: papilar e reticular.

A camada papilar é a que conecta a derme à epiderme. Os receptores do toque, vasos sanguíneos e capilares estão nesta camada. A camada reticular é a mais profunda e é constituída da base de folículos pilosos, glândulas, vasos sanguíneos e linfáticos, terminações nervosas, colágeno e elastina. Ela fornece oxigênio e nutrientes para pele. O colágeno é uma substância proteíca que dá força à pele – é produzido pelos fibroblastos e constitui 70% da derme. Os fibroblastos ajudam na produção de colágeno e elastina. A elastina é a proteína fibrosa que forma o tecido elástico e fornece elasticidade à pele. O dano a essas fibras é a principal causa de flacidez, rugas e perda de elasticidade da pele causada pelo envelhecimento. (GERSON et al., 2011)

Segundo Shirlei Borelli (2003), há também o fator hormonal que leva caso de flacidez, principalmente devido a idade que diminui a produção de estrogênio o que deixa a pele mais fina e menos elástica. Isso acontece porque os níveis baixos de estrogênio diminuem a produção de colágeno e elastina, as proteínas responsáveis pela sustentação e elasticidade da pele. Por isso a reposição hormonal adia e atenua esse processo, ajudando a manter os níveis adequados de produção dessas proteínas. A própria parte hormonal feminina faz com que as mulheres acumulem mais gordura no corpo. Por razão da variação hormonal, há uma diminuição do colágeno e da elastina, fibras que dão sustentação à pele. Além de uma diminuição nos líquidos da pele. (LOPES, 2004 apoud ROCHA, 2004.)

A pele é um marcador real da idade cronológica e de suma importância no psiquismo do indivíduos, pois com envelhecimento nossa pele é a primeira a ser desfavorecida, sofrendo com alterações cutâneas provocadas pelo tempo, abrangendo mais do que a simples coloração, textura e elasticidade (CARVALHO et al., 2011).

As principais mudanças que ocorrem com o passar dos anos são na derme. Os fibroblastos que produzem fibras de colágeno e elastina têm seu número diminuído, as fibras de colágeno vão ficando mais duras, se rompem, como consequência, transformam-se em um emaranhado de as fibras elásticas vão perdendo a sua propriedade, se agrupam e enfraquecem, apresentando na pele marcas de expressão (LIMA;PRESSI, 2005)

O QUE O ENVELHECIMENTO FISIOLÓGICO CAUSA

– Diminuição da hidratação cutânea
– Diminuição da síntese e função do colágeno, elastina e reticulina.
– Diminuição dos telômeros
– Adelgaçamento da pele
– Diminuição da vascularização
– Diminuição da excreção sebácea e sudorípara

E todos estes fatores levam a flacidez cutânea.

COMO AVALIAR?

A avaliação é feita pela inspeção visual, pois o tecido apresenta dobras e vincos. É por meio de pinçamento que se pode perceber a diminuição da tensão e consistência do tecido dérmico (GARDIN e CIECKOVICZ, 2011).

É preciso fazer o “teste de prega”, uma manobra que consiste em fazer uma prega com os 3 primeiros dedos da mão, abrangendo uma boa quantidade de tecido. Segure a prega por uns 3 segundos e solte, observando o tempo para retorno à configuração de repouso. Se demorar muito para voltar a normalidade, há flacidez.

FASES

A hipotonia cutânea apresenta fases. Segundo Guirro e Guirro (2004), a flacidez pode ser classificadas em:

Fase Elástica: Lei de Hooke, ou seja, a tensão é diretamente proporcional a habilidade do tecido em resistir à carga. Nesta fase, quando o tecido for submetido á uma tensão, apresentará resistência. Voltará ao normal quando a carga for retirada.

Fase de Flutuação: Com a carga mantida, o estiramento continua e tende a um limite ou valor de equilíbrio. Nesta fase ocorrem alterações nas cadeias de carbono, portanto se a carga a que o tecido foi submetido for retirada, não voltará à configuração inicial.

Fase Plástica: Nesta fase ocorre uma deformação permanente no tecido, ou seja, se o tecido passar do seu limite de elasticidade, esta deformação torna-se permanente. O tecido já apresenta queda.

Ponto de Ruptura: Depois de um estiramento total, o organismo tentou reverter e não conseguiu. Neste caso, já há instalação de estrias, outro problema estético. É como se um pano fosse esticado até o máximo e não aguentasse a força – e como consequência haveriam “rasgos”.

Mesmo assim, a flacidez não pode ser considerada uma patologia, e sim, o resultado de vários fatores internos e externos. Para Kede (2009), a pele torna-se delgada e menos elástica, o tecido subcutâneo, muscular e osteocartilagenoso também sofrem alterações do tipo atrófica. A pele distrófica é inelástica, por sua vez, não consegue acompanhar a redução do conteúdo, resultando em envoltório excessivo e consequentemente flacidez. Segundo Guirro e Guirro (2004) “pode-se classificar a flacidez estética não como uma patologia distinta, mas sim como uma “sequela” de vários episódios ocorridos como, por exemplo: inatividade física, emagrecimento demasiado etc”.

OBJETIVOS DO TRATAMENTO

– promover a revitalização tecidual
– ativar o metabolismo e ATP
– restabelecer equilíbrio biológico celular
– estimular a perfusão tissular do oxigênio e do fibroblasto
– aumentar a produção de colágeno.

A flacidez pode ser tratada com vários aparelhos, como a radiofrequência, carboxiterapia, argiloterapia – além de massagens e cremes com ativos firmantes. Ideal montar um protocolo de acordo com a queixa principal da cliente.

INDICAÇÃO HOME CARE

Recomenda-se a utilização de cremes com ativos firmadores como Dmae, ácido hialurônico, Regestril, Reafermmine, Biopeptide para os resultados serem ainda melhores.

 

 

 

 

Rejuvenescimento Facial

 

Envelhecimento cutâneo

O envelhecimento da pele tem basicamente duas causas: passagem natural do tempo (envelhecimento intrínseco, ou envelhecimento cronológico) e fatores ambientais que interagem com a pele (envelhecimento extrínseco). Também conhecido como fotoenvelhecimento, o envelhecimento extrínseco é provocado principalmente pela exposição ao Sol, que tem efeito cumulativo e potencializa o surgimento de rugas e manchas.

O envelhecimento cronológico acompanha o processo ocorrido também com outros órgãos diante da degeneração natural do corpo e não tem relação com fatores ambientais. Com o passar dos anos, as células diminuem sua capacidade de renovação, e  cai drasticamente a produção das fibras de colágeno e elastina,  que conferem firmeza  e tonicidade. Assim, a pele perde elasticidade e se torna mais fina e flácida, passa a apresentar rugas finas  na superfície, e é acometida também pela atrofia.

A menor atividade das glândulas sudoríparas torna a pele mais seca, e a diminuição da microcirculação sanguínea reduz sua vitalidade e luminosidade. Além disso, efetuamos todos os dias mais de 1.500 contrações faciais, que marcam a epiderme na forma de linhas finas e rugas de expressão. O processo de envelhecimento cronológico acentua as rugas de expressão, que tendem a ficar mais profundas e marcadas.

Outros fatores como as cicatrizes de acne que formam ondulações e “buracos” na pele também afetam a jovialidade da pele

 

PREVENÇÃO E TRATAMENTO DO ENVELHECIMENTO CUTÂNEO

Medidas preventivas

Fotoproteção:
Tendo conhecimento de que a radiação ultravioleta é o principal fator agravante do envelhecimento cutâneo, algumas medidas fotoprotetoras devem ser adotadas desde a infância, sobretudo nos indivíduos de fotótipos mais claros. Além de possuir o hábito de evitar a exposição solar direta sem necessidade, evitando, por conseguinte, o desejo de se “bronzear”, o uso de vestuário apropriado e protetores solares devem ser incentivados.

Vestuário:
O uso de chapéus, óculos escuros e camisetas deve ser encorajado; em particular, peças de roupas que possuam UPF ( fator  de proteção UV) são indicadas para a exposição solar. Esse fator é obtido mediante um estudo realizado no tecido, o que permite avaliar a quantidade de radiação que passa por ele (transmitância). Um traje de UPF 50, por exemplo, permite uma passagem de cerca de 2,6% de radiação UV.

Protetores solares:
Estudos clínicos já demonstraram a importância do uso regular de protetores solares, pois eles são capazes de prevenir as lesões típicas do fotoenvelhecimento, como rugas e melanoses solares e o carcinoma espinocelular. Há inclusive, algumas evidências de que o uso isoladamente já contribui para a melhora de sinais do fotoenvelhecimento.

Os filtros solares podem ser classificados como orgânicos (moléculas capazes de absorver a radiação na faixa ultravioleta) ou inorgânicos (capazes de refletir essa mesma faixa). Esses ingredientes são, normalmente, associados para proporcionar uma proteção em todo espectro ultravioleta, tanto na faixa UVB como UVA.

A proteção contra a radiação UVB, medida pelo fator de proteção solar, não confere a proteção necessária contra o fotoenvelhecimento; a radiação ultravioleta A desempenha um papel mais importante nesse processo, devido à sua capacidade oxidativa e a maior penetração na pele; logo, atingindo a derme.

Por esse motivo, o protetor solar ideal para a prevenção do envelhecimento será aquele que também protege na faixa de radiação ultravioleta A. Entretanto, deve-se ressaltar que ainda não há consenso sobre a metodologia ideal para a determinação da proteção UVA, embora a mais utilizada seja o PPD (persistent Pigment Darkening).

Assim, um protetor solar de FPS alto não significa, necessariamente, proteção contra todo o espectro solar, é importante também, conhecer a capacidade fotoprotetora contra UVA.

O protetor solar utilizado para a prevenção e os cuidados com o envelhecimento cutâneo deverá ter o uso continuado e, por isso, seu perfil de tolerância deve ser o melhor possível. Essa tolerância não diz respeito apenas ao menor potencial de reações de sensibilização ou comedogenicidade, mas também com relação ao conforto de uso, conferindo uma maior adesão por parte do paciente.

Medidas de tratamento

Uso tópico
Os produtos de uso tópico, normalmente devem ser vinculados em emulsões cremosas ou em cremes, pois a pele envelhecida apresenta um limiar de irritação menor, além de ser mais seca na maioria dos casos.

Antioxidantes:
Embora os antioxidantes possam ser considerados preventivos contra o processo do envelhecimento, muitas moléculas também podem reverter os danos moleculares por oxidação, antes de se manifestarem os sinais clínicos, ou quando uma vez instalados, reduzir esses sinais.

Apesar de a pele possuir seus próprios sistemas antioxidantes, a radiação solar é capaz de depletar esses sistemas. O uso tópico de antioxidantes permite um aporte direto em concentrações maiores, com um aproveitamento maior e mais rápido do que o uso.
Vitamina C: seu uso tópico pode prevenir o eritema UV induzido, assim com a formação de sunburn cells na epiderme.
Vitamina E: seu uso tópico como antioxidante já ETA bem estabelecido; há evidências em modelo animal e ensaios clínicos do efeito antioxidante em pele exposta ao UV, em particular ao UVA.
Ácido lipoico: além da ação antioxidante, esse componente exibe uma atividade anti-inflamatória in vitro, inibindo a expressão de citocinas inflamatórias induzidas pela exposição UV.
Outros antioxidantes de uso tópico, com atividade significativa, são objeto de algumas publicações na literatura, como a coenzima Q10, a genisteína e dadzeina (da soja), o chá verde, o extrato de Feverfew, a carnosina, também associada à inibição da glicação, e a ectoina.

Retinoides
São retinoides de uso cosmético o retinol, o retinaldeído e os ésteres de retinyl. A conservação do retinol na forma ácida se dá intracelularmente, por reação de oxidação. A tretinoína é sem dúvida, o retinoide mais potente e de maior nível de evidência no tratamento dos sinais do envelhecimento, atuando na epiderme, como antiqueratinizante e, na derme, como indutor da colagenase. Apresenta um potencial irritante e teratogênico que pode eliminar o uso. Tanto o adapaleno como o tazaroteno, foram a princípio desenvolvidos para tratar acne e psoríase, respectivamente, mas alguns estudos já evidenciam o papel desses retinoides na melhora de discromias e linhas finas típicas do fotoenvelhecimento.

Estrógenos tópicos
Há evidências de um possível efeito colagênico. Seu uso tópico parece estar relacionado com a melhora de linhas finas e o ressecamento e/ou atrofia cutânea, que é mais pronunciada após a menopausa.

Alfa-hidroxiácidos (AHA)
O acido glicólico é o AHA mais estudado por apresentar uma permeação maior. Os efeitos são predominantemente epidérmicos, proporcionando uma estimulação da maturação do queratinócito, além da ação queratolítica propriamente dita; há também alguns estudos sugerindo um efeito dérmico pelo aumento da expressão do mRNA do colágeno tipo 1.

Beta-hidroxiácidos
Promovem um aumento do turnover dos queratinóicos, sendo o ácido salicílico o ativo mais estudado.

Ativos de uso cosmético
Embora haja poucos estudos clínicos, alguns ativos cosméticos estão sendo estudados com maior atenção, como os fatores de crescimento, ácido hiaurônico, glucosamina, etc.
Tratamentos sistêmicos

Produto de uso oral
A exposição crônica à radiação ultravioleta desencadeia inflamação, estresse oxidativo e dano ao DNA. Nesse sentido, muitos antioxidantes têm sido estudados como agentes de fotoproteção sistêmica, pois agem inibindo, revertendo ou retardando tais efeitos deletérios. A seguir, são descritas as principais substâncias utilizadas na atualidade para uso sistêmico:

Polypodium leucotomos
É o extrato de uma planta da família das samambaias com propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e fotoprotetoras, assim, inibindo a formação de eritema UV induzido. É usado na dose de 240 mg/dia.

Endonuclease T4N5
São enzimas de origem bacteriana, capazes de reparar danos ao DNA UV, induzidas pelos dímeros de ciclobutano pirimidina, reduzindo a ocorrência de queratoses actínicas e carcinomas basocelulares.

Anti-inflamatórios não hormonais (AINES)
São considerados anticarcinogênicos por inibirem a síntese de prostaglandinas a partir do ácido araquidônico. A indometacina e o celecoxibe estão sendo estudados.

Vitaminas C e E
Ambas são antioxidantes. Estudos pré-clínicos sugerem que possuem propriedades fotoprotetoras. O uso tópico de vitamina E (a-tocoferol) mostra-se eficaz no retardamento da produção de dímeros de ciclobutano primidina e da formação de tumores cutâneos. A vitamina C tem revelado em estudos in vitro inibição dos efeitos da radiação ultravioleta nos sinais celulares de transdução. O uso concomitante de ambas parece conferir um sinergismo no efeito antioxidante. Mais estudos são necessários para sustentar o uso desses componentes como agentes tópicos de fotoproteção.

Polifenois
Possuem propriedades anti-inflamatórias, imunomodulatórias e antioxidantes. A maioria dos polifenois naturais é um pigmento, tipicamente amarelo, vermelho e roxo, que pode absorver a luz ultravioleta. Alguns alimentos são importantes fontes de polifenois, tais como: cebola, cacau, chá, soja, vinho tinto, etc.

Ácido hidroxicinâmico: p-cumárico, ácido cafeico e ácido ferúlico
O café é rico em ácidos fenólicos (ácido cafeico, ácido ferúlico e ácido cumárico).
Também são estudados como antioxidantes os flavonóides, antocianidinas (uva), Catequinas (chá), flavonas (camomila), flavonóis (cebola, vinho tinto, brócolis e Ginkgo biloba), isoflavonas (genesteina e dadzeina), lignanos (amêndoas e cereais) e proantocianidinas (uva, pera) das quais a principal estudada é o picnogenol, estilbenos, resveratrol, silimarinas e taninos.
O mecanismo de ação consiste na absorção de toda a radiação UVB, porém, uma parte da UVC e UVA. Portanto, podem agir como fotoprotetores, reduzindo assim a inflamação, o estresse oxidativo e o dano ao DNA.

Betacaroteno
A neutralização do oxigênio singlet é o principal mecanismo de ação fotoprotetor do betacaroteno. Ao serem aplicados os carotenóides: astaxantina, cantaxantina e betacaroteno sobre fibroblastos, 24 horas antes da exposição à UVA, os resultados apontam o maior efeito da astaxantina, sendo que a cantaxantina não possui efeito antioxidante.
Os carotenóides luteína e zeaxantina VO mostram-se superiores ao tratamento tópico no que diz respeito à peroxidação lipídica e à atividade fotoprotetora.
A suplementação oral de carotenóides aumenta a dose eritematosa mínima UVA e UVB induzidos, no entanto, diminui a peroxidação lipídica, apesar da magnitude dessa proteção ser discreta.

Isotretinoína oral
Estuda-se o uso desse retinoide no tratamento clínico do fotoenvelhecimento. Alguns estudos apontam melhora da textura, coloração e rugas, com aumento real de fibras colágenas, entretanto, seu uso para essa finalidade não tem aprovação pelas autoridades de saúde.

Peelings
Os peelings são procedimentos consagrados no tratamento dos sinais de envelhecimento cutâneo, sendo utilizados há décadas na dermatologia. Consistem em uma aplicação de substâncias na pele que promove uma remoção controlada de suas camadas, com posterior regeneração.

Conforme profundidade, podem ser classificado em:

Superficiais: remoção da epiderme. Sua indicação mais comum é no tratamento de discromias.

Médios: remoção da derme papilar até reticular superficial. Atua em rugas finas.

Profundos: remoção da derme reticular. Mais indicado para rugas profundas e sulcos, melhorando também alguns sinais de flacidez.

Os benefícios, assim como o risco de efeitos colaterais, são proporcionais à profundidade alcançada no peeling. Outros fatores podem interferir no êxito desse tratamento, tais como:

Área a ser tratada: a face apresenta um potencial de regeneração maior.

Fotótipo: pacientes mais escuros podem reagir com discromias com maior frequência.

Técnica de aplicação: preparo inadequado, aplicação não homogênea e falha na neutralização, podem interfirir nos resultados.

de ácidos pré-peeling: a aplicação de retinoides ou de alfa-hidroxiácidos pode melhorar a penetração do peeling e reduzir reações hiperpigmentares, mas também pode promover um maior nível de irritação.

As substâncias geralmente utilizadas em peeling para rejuvenescimento são:

Ácido tricloroacético: leva a precipitação protéica, podendo ser usado em peelings superficiais e médios, em concentrações de 35% a 50%; promove um frosting (clareamento) característico com eritema periférico.

Ácido glicólico: promove epidermólise, sensível ao pH da formulação; normalmente usado para peelings superficiais.

Ácido retinoico: queratólise, apropriado para peelings superficiais e seriados, com efeitos progressivos.

Uma associação muito usada é o peeling de Jessner. Apresenta uma profundidade superficial, mas com efeitos positivos no fotoenvelhecimento: ácido salicílico 14%, ácido láctico 14%, resorcina 14% em etanol.

Atualmente, os peelings também são empregados em associação com outros procedimentos, como dermoabrasão, luz intensa pulsada ou mesmo laser.

Além desses já citados podemos utilizar outros recursos como Radiofrequencia, Carboxiterapia, Microagulhamento, Peelings Mecânicos e Físicos etc.

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